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Instituto do Sono de Santa Maria
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OBSTRUÇÃO NASAL, RONCO, ROUQUIDÃO, ENGASGOS ELETROFISIOLOGIA DA AUDIÇÃO,TERAPIA FONOAUDIOLÓGICA, FISIOTERAPIA LABIRÍNTICA DOR DE GARGANTA, DOR DE OUVIDO, APNÉIA DO SONO EMISSÕES OTOACÚSTICAS, AVALIAÇÃO DO PROCESSAMENTO AUDITIVO CENTRAL POTENCIAIS EVOCADOS MIOGÊNICOS VESTIBULARES ( cVEMP e oVEMP)  MEDICINA DO SONO, AUDIOLOGIA, OTONEUROLOGIA OTOLOGIA, LABIRINTOLOGIA, RINOLOGIA, LARINGOLOGIA. SURDEZ NA CRIANÇA E NO ADULTO, LABIRINTITES, DESEQUILIBRIO CORPORAL, PERFURAÇÃO DO TÍMPANO AUDIOMETRIA, IMITANCIOMETRIA, REFLEXO ESTAPEDIANO REABILITAÇÃO LABIRÍNTICA COM REALIDADE VIRTUAL, TERAPIA DA VOZ E DO  PROCESSAMENTO AUDITIVO VECTONISTAGMOGRAFIA, VIDEONISTAGMOSCOPIA

Sintomas

Tonturas, Vertigem e Desequilíbrio

Surdez no Adulto

Zumbido

Pigarro

Obstrução Nasal

Espirros e Coriza

Dor de Cabeça

Atraso no Desenvolvimento da Fala

Surdez na Criança

Rouquidão

Engasgos

Ronco

– Tonturas, Vertigem e Desequilíbrio.

Tontura é um termo de significado muito amplo podendo ter inúmeras causas inclusive o labirinto e estruturas relacionadas a ele.

Vertigem é um tipo de tontura caracterizado pela ilusão de que o ambiente ou o indivíduo estão girando. A vertigem é tipicamente causada por problemas no sistema vestibular composto pelo labirinto (parte do ouvido interno) pelos nervos vestibulares (parte do VIII par craniano) e partes do encéfalo (tronco encefálico, cerebelo e cérebro).

O desequilíbrio corporal, náuseas, vômitos, diarréia, palidez, suores frios, bradicardia e hipotensão arterial podem estar presentes juntamente com a vertigem, tanto na de origem labiríntica como na de origem neurológica.

O termo “labirintite” tem sido usado para rotular qualquer pessoa que tenha vertigem ou tontura de causa desconhecida e muitas vezes um tratamento interminável é instituído com base apenas nos sintomas.

O tratamento correto deve ser baseado em um diagnóstico correto (tanto do local do sistema vestibular afetado como da causa do problema).

As causas mais comuns de vertigem são:

Vertigem Postural Paroxística Benigna (Litíase Labiríntica)

Enxaqueca

Hipoglicemia Reacional

Neuronite Vestibular

Doença de Meniere

Neurinoma do Acústico

Acidente Vascular de Tronco Cerebral

Acidente Vascular de Cerebelo

Esclerose em Placas

– Surdez no Adulto.

A perda auditiva que surge na vida adulta deve ser motivo de preocupação para o médico e o paciente, pois além das limitações de comunicação impostas ao indivíduo, pode haver por trás da surdez uma doença em evolução que pode trazer outros problemas de saúde até mais graves do que a própria perda auditiva.
A perda auditiva unilateral progressiva e sem causa aparente pode ser decorrente de um Neurinoma do Acústico (tumor benigno do nervo auditivo situado no ângulo entre tronco encefálico e cerebelo).

A perda auditiva bilateral, progressiva que inicia na faixa de idade entre os 20 e 40 anos de idade pode ser causada por otosclerose (doença geneticamente determinada que pode, em muitos casos, ser tratada e curada com cirurgia).
Alguns idosos têm perda auditiva progressiva geneticamente determinada. Este tipo de surdez é lento e progressivo podendo ser amenizado com uso de próteses auditivas. Ocorre que, não raras vezes, o motivo da surdez é uma rolha de cerúmen bloqueando o meato acústico externo ou uma otite média secretora de instalação insidiosa que podem ser resolvidos de forma simples e rápida trazendo grande bem estar ao paciente (que muitas vezes reluta em consultar o médico atribuindo sua perda auditiva a “idade”).
O tratamento da surdez é baseado no diagnóstico do local que a está causando assim como a doença envolvida.

A busca da causa inicia com os exames de audiometria tonal e vocal e de imitanciometria, que separam as doenças que afetam a orelha média (membrana timpânica, ossículos e tuba auditiva) das demais. A diferenciação entre a surdez causada por problemas na cóclea daquelas causadas pelo nervo auditivo ou tronco encefálico devem ser investigadas pelos exames de Potencial Evocado Auditivo do Tronco Encefálico (BERA ou PEATE), Eletrocócleografia (ECOG) e Emissões Otoacústicas (EOA).

Caso a “surdez” queixada pelo paciente não seja causada por um problema no ouvido ou no nervo auditivo uma investigação das áreas cerebrais envolvidas na audição pode ser feita com emprego do exame para a Avaliação do Processamento Auditivo Central o do exame do Potencial Auditivo Evocado P300.

Uma vez determinado o local do sistema auditivo afetado, exames complementares devem ser solicitados para determinar a causa da surdez e assim instituir um tratamento específico.

As causas mais comuns de surdez adquirida no adulto são:

Rolha de Cerúmen

Perda Auditiva Induzida Pelo Ruído (PAIR)

Presbiacusia

Otite Média Cônica

Colesteatoma

Otosclerose

Distúrbios metabólicos

Distúrbios vasculares

Uso de medicamentos ototóxicos

Doenças geneticamente determinadas

Presbiacusia

Síndrome de Alport

Síndrome de Usher

– Zumbido.

É um sintoma que, na maioria das vezes, acompanha uma perda auditiva, às vezes de grau leve e não perceptível ao paciente. O seu diagnóstico deve incluir o protocolo da investigação da surdez no adulto com descrito em outra parte deste site.

Sempre que a causa do zumbido é determinada o tratamento tem mais chances de ser bem sucedido.

Quando a origem do zumbido não é evidente, podem ser tomadas medidas para diminuir o incomodo que ele causa no paciente o que muitas vezes faz com que ele deixe de ser percebido.

– Pigarro.

É decorrente de uma alteração nas pregas vocais (parte da laringe com finalidade de produzir a voz e impedir a entrada de substancias estranhas na traquéia e pulmão) decorrente de doença própria, secundária a doenças de estruturas próximas ou maus hábitos.

O tratamento depende de diagnóstico da causa do pigarro e uma investigação especializada é indispensável naqueles casos em que o sintoma persiste por mais de três semanas.

O exame indicado visualizar as pregas vocais em busca de uma explicação para o pigarro é a videotelelaringoscopia ou videonasofibrolaringoscopia que permitem ver detalhes destas estruturas com imagens registradas em DVD.

As causas mais comuns de pigarro são:

Refluxo Gastro-esofágico.

Laringite crônica

Sinusite Crônica

Pólipo de prega vocal

Granuloma de prega vocal

Tumor de laringe

– Obstrução Nasal.

Quando presente na infância, de forma persistente, leva a alteração na forma da face e no desenvolvimento das arcadas dentárias com repercussões estéticas e na mastigação.

Quando a obstrução nasal impede a criança de ter um sono tranqüilo, em função de paradas respiratórias e despertares freqüentes, gera distúrbio de crescimento (porque há uma falta de hormônio do crescimento, que é produzido durante a fase mais profunda do sono, que dura muito pouco tempo nestes casos).

Outra conseqüência das noites mal dormidas é a sonolência diurna que pode causar distúrbios de aprendizagem e déficit de atenção.

O adulto com obstrução nasal cansa mais rapidamente com o exercício físico, acorda com a boca seca e pode ter sonolência diurna com aumento do risco de, por exemplo, se envolver em acidentes trânsito por dormir ao volante.

Quando a obstrução nasal surge de forma progressiva, principalmente se for unilateral, em uma pessoa que até então respirava normalmente,, em qualquer idade, deve-se pensar em algum tipo de crescimento anormal no interior da fossa nasal (tumor, pólipo…).

O diagnóstico da causa da obstrução nasal é feito pela videorinoscopia (exame do interior das cavidades nasais e rinofaringe) com gravação em vídeo. Pode ser necessário fazer radiografias simples de face e rinofaringe e tomografia computadorizada da face para complementar o diagnóstico em alguns casos.

As principais causas de obstrução nasal persistente são:

Aumento de volume da adenóide

Desvio do septo nasal

Aumento de volume dos cornetos

Rinite medicamentosa pelo uso de gotas nasais com vasoconstritor

Rinite alérgica

Pólipos nasais

Tumores de fossa nasal

– Espirros e coriza.

O espirro é o resultado de uma irritação da mucosa nasal, um mecanismo de proteção. Espirrar ocasionalmente é uma reação normal do organismo.

O espirro que acompanha um resfriado vem acompanhado de dor de garganta e coriza na maioria das vezes. Pode ocorrer várias vezes por ano em bebês e crianças pequenas; no adulto ocorre mais raramente.

O espirro que acompanha a gripe é semelhante ao anterior com a diferença de que é acompanhado de febre alta, dores no corpo e mal-estar generalizado.

O espirro de quem tem rinite alérgica (inflamação da mucosa nasal decorrente de alergia) geralmente é acompanhado de coriza e coceira no nariz; pode aparecer e desaparecer no mesmo dia sem nenhum outro sintoma associado. Pode ocorrer todos os dias em uma determinada estação do ano ou até mesmo todos os dias do ano.

– Dor de cabeça.

As pessoas muitas vezes acham que dor de cabeça é sinônimo de sinusite (inflamação da mucosa dos seios da face que são cavidades que contém ar recebido das fossas nasais)… Na verdade a grande maioria das dores de cabeça não é causada por sinusite.

Uma dor de cabeça que dura de algumas horas até um ou dois dias e não é acompanhada de sintomas nasais (coriza amarelada ou esverdeada, obstrução nasal…) e passa espontaneamente ou apenas com o uso de analgésicos muito provavelmente não se trata de sinusite.

A sinusite que causa dor de cabeça é aquela que começa com um resfriado, uma gripe ou uma crise de rinite alérgica que dificultam o arejamento dos seios pela obstrução nasal que causam. Os seios mal arejados acabam juntando líquidos no seu interior onde crescem bactérias que produzem uma reação no organismo que leva a formação de pus (responsável pela mudança de cor da coriza que passa de incolor para amarelo-esverdeada) e uma dor que piora quando se abaixa a cabeça.

As principais causas de dor de cabeça são:

Enxaqueca

Cefaléia de tensão

Problemas discretos de visão

Hipertensão arterial

Disfunção da articulação temporo-mandibular

Sinusite

– Atraso no desenvolvimento da fala.

A criança fala a primeira palavra por volta de 1 ano de idade e aos 2 anos de idade já é capaz de falar muitas palavras.

Com um ano de idade já é capaz de atender pelo nome e obedecer a ordens simples.

Quando estas habilidades não estão presentes na idade adequada deve-se buscar atendimento o mais breve possível, pois, dependendo da causa, as conseqüências do atraso no inicio do tratamento podem ser irreversíveis.

As principais causas de atraso no desenvolvimento da fala são:

Deficiência auditiva congênita, adquirida no parto ou no período pós-parto

Atraso global no desenvolvimento neuropsicomotor.

Deficiência mental

Autismo

Falta de estimulação adequada

– Surdez na criança.

O numero de crianças que nascem surdas (deficiência auditiva de grau severo ou profundo que retarda ou impede o desenvolvimento da linguagem e fala, se não for tratada adequadamente) é no mínimo de 2 em cada 1000 nascimentos.

Naquelas que freqüentam UTI neonatal o número é muito maior.

A metade das crianças que não desenvolvem fala por deficiência auditiva não tem nenhum indício de que são deficientes até que chegar a idade em que deveriam dizer as primeiras palavras….

Por este motivo é importante pensar que há uma chance de no mínimo 2/1000 de qualquer criança nascida sem qualquer outro problema de saúde possa ser um deficiente auditivo de grau severo ou profundo e que terá grandes dificuldades em desenvolver fala e linguagem.

A audição se desenvolve em 60% no primeiro ano de vida e chega aos 80 % no segundo ano. Este é o motivo do grande esforço dos profissionais que atendem crianças em fazer o diagnóstico da deficiência auditiva até o terceiro mês de vida e iniciar o tratamento até o sexto mês de vida.

Hoje dispomos de meios de diagnosticar com segurança a presença o grau e o tipo de deficiência auditiva em crianças de qualquer idade.

As principais causas de surdez na criança são:

Genética Não Sindrômica (quando a surdez é a única alteração)

Genética Sindrômica (quando outras malformações estão presentes)

Rubéola Materno-fetal

Sífilis, infecção por Citomegalovirus, Toxoplasmose na gestação

Prematuridade

Permanecer mais que dois dias na UTI

Meningite

– Rouquidão..

Alterações na voz são muito freqüentes durante um resfriado ou após um esforço vocal exagerado. Esta rouquidão é temporária e desaparece espontaneamente na maioria dos casos.

A rouquidão preocupante é aquela que dura mais de três semanas.

No adulto fumante pode estar relacionada com o Edema de Reinke, Laringite Crônica e Câncer de Laringe.

Nos profissionais que usam a voz como ferramenta de trabalho os nódulos vocais (patologia benigna resultante do atrito excessivo entre as pregas vocais) e fendas glóticas (aproximação inadequada das pregas vocais durante a fonação) são a causa mais freqüente.

Na criança mal-formações congênitas, nódulos vocais e papiloma viral costumam ser as causas mais comuns.

– Engasgos.

Ocorrem quando o alimento é aspirado para a traquéia e brônquios por falha no mecanismo protetor das vias aéreas exercido pela laringe.

Os engasgos podem ocorrer de forma ocasional ou de forma permanente ameaçando a vida do paciente que não consegue se alimentar pela boca e passa ter risco de adquirir pneumonia por aspiração.

A gravidade do engasgo está relacionada com a sua causa.

A avaliação da deglutição é um exame indispensável, através da Videonasofibrolaringoscopia, para determinar qual a disfunção existente e qual a sua gravidade.

As principais causas de engasgos são:

Seqüelas de Acidente Vascular Cerebral

Paralisia da prega vocal

Tumor de epiglote

Diminuição da sensibilidade da mucosa faringolaríngea no idoso.

– Ronco.

O ruído produzido durante o sono é sinal de que algo não vai bem.

Na criança costuma estar relacionado com obstrução da via aérea pelo aumento de volume da adenóide, amígdalas, cornetos ou rinite crônica.

No adulto a obesidade é o fator mais freqüente.

O ronco pode ser acompanhado de apnéia.

Apnéia é uma parada respiratória de duração variável e que pode ocorrer em número maior ou menor de vezes em cada indivíduo.

A apneia pode ter muitas conseqüências na vida da pessoa e uma das principais é a sonolência diurna que leva a falta de atenção dificultando a aprendizagem e criando riscos de acidentes na condução de veículos.

A Videonasofibrolaringoscopia e utilizada para avaliar a presença de obstruções mecânicas na via aérea assim como testar sua flacidez.

O exame de polissonografia avalia o número de apneias e hipopneias, entre outros parâmetros, que permite ao médico avaliar a gravidade do problema e melhor orientar o seu tratamento.

 
 
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